COVID-19

Passa de 4 milhões o número de pessoas recuperadas de covid-19 em todo o mundo
Os números foram atualizados pela Universidade Johns Hopkins, que tem mapeado a pandemia em nível mundial há meses.




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O número de pessoas recuperadas do coronavírus em todo o mundo já chegou à marca de 4.101.877. É o que está indicando o site da Universidade Johns Hopkins, que tem mapeado a pandemia em nível mundial há meses. A instituição também informou que o número de mortes em todo o mundo é de 449.628.

Os dados atualizados sobre a quantidade quantidade de pessoas recuperadas acompanham as notícias de diversos países que têm conseguido controlar o surto e começam a flexibilizar as medidas de isolamento social, como a China, Itália, Espanha e o Brasil.PUBLICIDADENo caso da China, o epidemiologista-chefe do Centro para Controle e Prevenção de Doenças do país, Wu Zunyou relatou que a pandemia está controlada em Pequim e outras regiões.

Já a Itália está há 51 dias em queda contínua do número de casos de contágio com a doença. De acordo com o novo balanço da Defesa Civil, o país tem 23.925 pessoas atualmente infectadas, descartando pacientes mortos e curados. Esse é o menor valor desde 16 de março, quando a Itália contabilizava 23.073 casos ativos.

A Espanha decidiu antecipar a reabertura de suas fronteiras para resgatar o turismo e aprovou a criação de um plano econômico especial para recuperar economia após lockdown.

 
Brasil

E o Brasil tem visto a pandemia recuar em pelo menos sete estados, segundo dados divulgados pelo projeto ‘Covid-19 Analytics’, feito em parceria pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e a FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Segundo os pesquisadores, essa lista de estados inclui: Acre, Amazonas, Maranhão, Pará, Pernambuco, Roraima e Tocantins.

Gabriel Vasconcelos, pesquisador da Universidade da Califórnia e do Núcleo de Análise Estatística de Dados da PUC-Rio, também indicou que o Brasil tem apresentado queda na taxa de mortalidade que tem o vírus como causa.

"Parece que, para o Brasil como um todo, ainda não estamos no pico de casos. O lado bom é que a taxa de mortalidade vem caindo. Já foi 7% e agora é 4,9%, e a tendência é de queda", afirmou.




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