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Justiça paraguaia concede prisão domiciliar a Ronaldinho Gaúcho
Inicialmente, o Ministério Público sugeriu uma pena social aos irmãos, mas mudou de posição e optou por pedir a prisão com a alegação de que eles precisavam ser investigados.




Foto: Jorge Adorno

A Justiça paraguaia concedeu na tarde desta terça-feira (7) prisão domiciliar aos ex-jogadores Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto de Assis. Eles cumprirão a medida em um hotel na região central de Assunção, capital do Paraguai, e terão de pagar fiança de US$ 800 mil cada um, aproximadamente R$ 4,2 milhões cada.

Ambos estavam presos desde o dia 6 de março de 2020, depois de entrarem no país com documentos paraguaios adulterados para participar de eventos de patrocinadores. Além deles, outras três pessoas também foram presas.

Inicialmente, o Ministério Público sugeriu uma pena social aos irmãos, mas mudou de posição e optou por pedir a prisão com a alegação de que eles precisavam ser investigados.

O juiz Gustavo Amarilla aceitou o pedido de prisão domiciliar da defesa dos irmãos e também do próprio Ministério Público paraguaio. Eles não poderão sair do país e serão monitorados pela polícia local.

O promotor Marcelo Pecci, do Ministério Público do Paraguai, comentou o caso. “Ele ficará com policiamento permanente no hotel. Esse dinheiro da fiança ficará no Paraguai. A investigação prosseguirá, principalmente com a análise de dados obtidos através dos celulares do ex-jogador e de seu irmão.”




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