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'Pastor' é preso aplicando golpe em João Pessoa
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Sex, 08 de Março de 2013 05:23

Um suposto pastor e mais um casal foram presos nesta quarta-feira (6) suspeitos de vender um projeto falso de venda de casas para pessoas carentes em João Pessoa. Segundo o delegado de Defraudações, Gustavo Carlito, as pessoas tinham que pagar uma taxa que variava entre R$ 250 e R$ 400 apenas como adesão.

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“O golpe consistia em vender o sonho da casa própria, que todo brasileiro quer. Ele vendia uma casa com uma prestação bem inferior, inclusive, aos programas sociais do próprio governo. Oferecia uma casa de 50m, 70m no bairro do Bessa ou do Altiplano e outros bairros de João Pessoa com a prestação de R$ 500”, relatou o delegado. De acordo com Gustavo Carlito, os interessados tinham que juntar 50 pessoas para, só assim, começar a construir uma casa. Porém não existia terreno, registro imobiliário ou fábrica de tijolos ecológicos, como era oferecido. “Na realidade, a única coisa que existe é o golpe”, disse.

O suposto pastor Paulo Henrique explicou que o que ele faz é um projeto social de casas para a população carente que tem até anúncios em rádios. “Porque a gente acredita estar correto, a gente acredita estar certo”, se defendeu. Segundo ele, mais de 100 pessoas já haviam aderido ao projeto.

Ele comentou que o projeto era destinado a pastores e que foi estendido à população. Segundo ele, se trata de uma união para a aquisição de casas, como uma cooperativa. “Não foi comprovada vítima nenhuma ainda. Nós vamos esclarecer o que está acontecendo. A questão aqui é documental”, declarou.

O delegado Gustavo Carlito explicou que os três suspeitos já vão ser levados para presídios da capital ainda nesta terça. As pessoas que reconhecerem o golpe devem procurar a Delegacia de Defraudações, localizada na Central de Polícia, no bairro do Varadouro, para tentar recuperar o que já foi pago.

“Estamos prevenindo que as pessoas caiam neste golpe. Muitas pessoas já caíram mas muitas outras pessoas vão ser vítimas, já que eles estavam fazendo reuniões em associações de bairros, colégios, com um grande número de pessoas”, explicou.

G1 PB

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